Terça-feira, Novembro 07, 2006
Sexta-feira, Outubro 13, 2006
Raid fotográfico na Moita
Esta madrugada de 6ª feira, 13, começa especialmente agitada lá para as bandas da Marginal.
Além da substituição da tubagem de esgoto, em frente à Discoteca, porque, pasme-se, a estrutura dos tubos não aguenta a pressão (onde é que estão os técnicos que têm sempre razão, ou os políticos que acreditam sempre nos técnicos que têm sempre razão?)
Vêm outros pequenas obras de cosmética, como seja o escoamento da água dos repuxos.
Para ajudar à festa deixaram que um camião TIR fosse banhar-se nos 28 repuxos.
É preciso ter azar. Lá vamos ter a marginal fechada vários meses.
Já oiço o Calimero dizer: "It's an injustice, it is!"
Sexta-feira, Janeiro 20, 2006
Confirmação
Chegou-nos agora por via oficiosa a confirmação de que este ano não irá acontecer a Feira do Associativismo. Alegam que não têm condições, (de pessoal, meios, fundos, etc)
Então, recapitulemos:
- No ano passado disseram que fizeram a Feira porque era importante, que ficou a custo zero, etc, etc
- Este ano, não fazem porque não têm €.
Bem, decidam-se com as justificações do sim e do não!
E agora perguntam vocês: Quando é que voltará a haver nova feira?
Respondo eu: Parece que se irá realizar de 2 em 2 anos.
Como?
Sim, 2007 e 2009.
Fica o consolo: temos Feira do Associativismo em 2009, ano de eleições.
(Será que irá acontecer o mesmo com a Feira das Capacidades?)
Quinta-feira, Janeiro 19, 2006
Parque vai nascer em reserva ecológica
Investimento Equipamento temático vai custar 75 milhões de euros
Câmara cede terreno em Alhos Vedros em zona classificada como REN
A Câmara da Moita e a Sociedade Badoca Actividades Turísticas deram ontem o primeiro passo para a criação de um parque temático no concelho, com a assinatura de um protocolo de cedência de um terreno no Pinhal do Forno (Alhos Vedros).
O empreendimento está previsto para uma zona classificada como Reserva Ecológica Nacional (REN), mas o presidente da Câmara, João Lobo, desdramatiza.
Inspirado num modelo holandês, o projecto vai avançar em breve, ao longo de três fases, de modo a abrir portas em Abril de 2008. A ideia dos promotores, que vão investir 75 milhões de euros no equipamento de lazer, é elevar os valores culturais nacionais. Para o efeito foi realizado um estudo prévio, que contou com o apoio das escritoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, que sugeriram uma série de 24 temas alusivos à história de Portugal a explorar no recinto.
De acordo com Joaquim Luiz Gomes, representante do «Badoca», o parque tem todas as condições para ser considerado um Projecto de Interesse Nacional (PIN). «Já entrámos em contacto com a Agência Portuguesa de Desenvolvimento, para que esta infra-estrutura seja classificada como PIN. Através deste mecanismo, esperamos que sejam facilitados os procedimentos administrativos inerentes a um projecto desta dimensão, de forma a acelerar o processo», sublinhou.
O parque está, no entanto, previsto para um terreno que se encontra classificado na proposta de revisão do PDM como REN, o que poderá criar alguns entraves. João Lobo, presidente da autarquia, esclareceu que, na sequência do requerimento apresentado pela promotora, em período de discussão pública da revisão do PDM, o município procurará alterar a classificação do terreno para solo urbano com usos lúdico-culturais e de lazer. «Acreditamos que o princípio estabelecido pela REN não irá colidir com a concretização do projecto. Assumimos o compromisso de resolver a questão em colaboração com a Administração Central», garantiu o edil.
João Lobo explicou que o investidor teve a preocupação de salvaguardar o desenvolvimento da componente educativa das visitas, a par da vertente lúdica. «Conseguimos assegurar um conjunto de contrapartidas junto da entidade promotora, entre as quais, a construção de um troço da Circular Regional Externa da Moita, as acessibilidades ao parque e cinco mil ingressos que iremos distribuir às escolas e pelos idosos do concelho», destacou.
Quando estiver a funcionar em pleno, o recinto estará preparado para receber 30 mil visitantes, que além das atracções, vão poder usufruir de uma zona de restauração e de uma área comercial com 20 pontos de venda. No local será também construído um hotel de quatro estrelas.
O espaço multi-usos estará apetrechado para apoiar não só espectáculos e exposições, como congressos, eventos corporativos e acções de formação. A área de infra-estruturas engloba ainda as bilheteiras, postos de informação ao visitante e de primeiros socorros, instalações sanitárias, zona de cacifos, uma área administrativa e armazéns.
Jornal Noticias Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2006
Será que teve/tem o mesmo comportamento com todos os outros requerentes sobre a mesma situação? Pequenos proprietários que também ficaram com a REN em cima?
Quarta-feira, Janeiro 18, 2006
Protocolo - Parque Lusitânia


O famoso Protocolo foi assinado hoje À tarde.
Presentes os mesmos de sempre. Com algumas novidades: o Presidente da Região de Turismo da Costa Azul, o Presidente dos empresários ? do distrito, o Presidente... era só presidentes.
Jornais, Rádios, Televisão.
O púlpito foi bem montado. E a operação foi bem preparada.
Ficámos a saber que a equipa responsável foi a seguinte:
1- Sr. Presidente João Lobo
2-Chefe de Gabinete - Álvaro Saraiva, (ex-vereador sem pelouro na C.M. Montijo, e de vez em quando deputado dos Verdes na Assembleia da República).
3-Director de Planeamento da C.M.Moita Arq. Matos
4-Dr. Rui Encarnação, ex-advogado da CMM para assuntos urbanísticos
Algumas considerações:
1-Parece que o projecto foi dado a conhecer pelo Sr. Presidente aos restantes vereadores da CDU (e seus camaradas) à 3 semanas atrás. Aqui está um exemplo de trabalho colectivo e solidário.
2-Para quem diz defender o ambiente, o sr. "de vez em quando deputado ecologista", ficará lembrado como um dos responsáveis pelo arrasar do "único plumão verde do concelho"
3-Será que o Sr. Arquitecto Matos irá ter o mesmo percurso de um antecessor seu?
É que o Arquitecto Chuva Gomes, também foi responsável pela negociação com os espanhóis, e a sua instalação na fonte da Prata e, passado pouco tempo, "bateu asa" para outra Câmara.
4-O Sr. Dr. também parece que acabou de "partir". Também deixou de trabalhar para a CMM.
A vivenda (mais propriamente palácio) onde reside no Penteado é uma das poucas zonas a desafectar da reserva agrícola, será coincidência? 2 pesos, 2 medidas?
Mapa em anexo. O dito terreno é a mancha amarela com o desenho de "uma pilinha"
Sábado, Janeiro 14, 2006
Fogo no Pinhal
Nos próximos tempos os nossos queridos bombeiros da Moita não vão parar um momento.
Vão andar numa lufa lufa constante a apagar o fogo no Pinhal do Forno.
Nem a diversão construída com a vinda da Cristina Areia à Moita, nesta sexta-feira 13, vai distrair o pessoal.
Bom, mas voltemos ao verde pinho:
Como tudo nesta terra, a instalação do Parque temático no dito Pinhal já...dava um argumento para uma telenovela!
Ora vejamos... As negociações decorrem desde o princípio do ano de 2005.
Negociações entre quem?
Raciocinemos: Promotora e Câmara.
Bom, mas os vereadores da CDU só tomaram conhecimento do assunto à 3 semanas. Então... Promotora, João Lobo.
Só? E intermediários? Não houve? Não meteu um ou uns advogados pelo meio?
E em pleno período de pré-campanha eleitoral o João Lobo atrevia-se a negociar um projecto desta envergadura sem o beneplácito do PCP?
E o Paleta não andava aí todos os dias, como ainda anda, a controlar tudo o que se fazia e dizia? Então... a negociação foi entre a Promotora, intermediário(os), João Lobo e PCP.
Está explicado a falta de resposta ou o atraso da reacção perante toda a acção que o pessoal da Várzea da Moita efectuou.
Estavam todos "entalados em negociações"
Já agora... o que fazia um alto quadro do PCP nacional no 1º andar da CMM já pelas horas mortas? Apesar de estarmos ocupados com a festa da "recruta" dava para vermos a grande azáfama a tirar fotocópias...
Alhos Vedros vai ter parque temático da portugalidade
in www.publico.pt 13/01/2006
"Um parque temático consagrado à portugalidade vai nascer no concelho da Moita, na freguesia de Alhos Vedros, fruto de um investimento de 75 milhões de euros a realizar pela empresa proprietária do Badoca Safari Park. A expectativa da autarquia é que o equipamento seja inaugurado em 2008. A iniciativa foi ontem anunciada pela Câmara da Moita, que, na última reunião do executivo, aprovou por unanimidade um protocolo tendo em vista a cedência de um terreno para a instalação do parque temático. Em comunicado, explica-se que a "área a edificar" é de aproximadamente 37 mil m2.Em declarações ao PÚBLICO, o presidente da autarquia defendeu que se trata de um projecto "muito importante para o município", que "terá mais valias a vários níveis, como na afirmação da Moita na Área Metropolitana de Lisboa e nas dinâmicas económicas internas, inclusive com a criação de postos de trabalho". A expectativa é que o parque temático empregue 1200 pessoas. João Lobo explicou que o equipamento "terá acesso privilegiado através da Circular Regional Externa da Moita", que vai ligar o IC21 ao IC32, unindo os concelhos da Moita e do Barreiro. O autarca acredita que o parque temático "integra-se e adequa-se" na realidade do município, ao qual quer atrair três milhões de visitantes por ano. Questionado sobre o papel da autarquia no projecto, João Lobo afirmou que esta "não tem capacidade de participar no investimento e na gestão" do parque temático, mas garantiu que vai "fazer todos os esforços para viabilizar o espaço". Para a próxima semana está prevista a assinatura do protocolo que prevê a cedência dos terrenos na freguesia de Alhos Vedros. O investimento com a construção do equipamento está orçado em 75 milhões de euros e será suportado pela empresa Badoca Actividades Turísticas, a mesma que explora o Badoca Safari Park, em Vila Nova de Santo André. Em comunicado, a autarquia explica que o parque "vai apresentar diferentes diversões baseadas em 24 temas propostos pelas escritoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada".Remetendo mais informações para a próxima semana, João Lobo explicou ainda que "a predominância será a temática portuguesa, o conceito da Lusitânia", com actividades "para todas as idades", e acrescentou que o envolvimento das escritoras no projecto "é sinónimo de qualidade". "
Copiado através de "O Conde de Alhos Vedros"
Terça-feira, Janeiro 03, 2006
Alhos Vedros Cultural

Parece que o projecto vai mesmo avançar... a seguir transcrevemos noticia publicada no suplemento da Grande Lisboa do Jornal de Notícias de 3 de Janeiro
http://jn.sapo.pt/2006/01/03/grande_lisboa/criados_novos_polos_cultura_freguesi.html
Criados novos pólos de cultura na freguesia de Alhos Vedros
Requalificação
Quatro equipamentos que se encontram subaproveitados vão ganhar nova vida
Câmara avança com elaboração dos estudos para pôr projecto em marcha este ano
Luís Geirinhas
A Câmara da Moita quer avançar com o projecto "Alhos Vedros Cultural". O objectivo é criar novos pólos de cultura naquela vila, tendo como ponto de partida a requalificação e reabilitação de alguns equipamentos existentes. O projecto, segundo a autarquia, é "bastante ambicioso" e pretende privilegiar espaços considerados verdadeiros "ex-libris" e outros que estão subaproveitados. São quatro os núcleos que vão ser alvo de intervenção. Em declarações ao JN, Vivina Nunes, vereadora da Cultura, explicou que o Núcleo José Afonso, onde funciona actualmente o pólo da Biblioteca Municipal, será "transformado a médio prazo num espaço direccionado para crianças, especializado em literatura para a infância".Também o actual mercado da vila, segundo a vereadora, deverá ter em breve uma nova funcionalidade. "Estamos a repensar o futuro daquele equipamento, dadas as suas características físicas, com espaços autónomos mas interligados. Neste caso, o projecto permitirá criar uma dinâmica interessante, com zonas específicas para a juventude e ateliês de artes plásticas, dança ou de novas tecnologias", revelou. A autarquia equaciona ainda a possibilidade de vir a trabalhar, no local, em articulação com várias associações.Também as antigas instalações da Pluricoop darão lugar a um espaço de animação. Uma das hipóteses é a criação de um auditório para espectáculos, com áreas para a leitura e exposições. Prevista está também, como o JN já havia noticiado, a requalificação e musealização do moinho de maré.
Ficha
Equipamentos
O projecto vai incidir na reabilitação do Núcleo José Afonso (pólo da Biblioteca Municipal) e na transformação do velho mercado da vila num espaço multiusos. As antigas instalações da Pluricoop vão dar lugar a um auditório e o moinho de maré será dotado de um núcleo museológico.
Apoios
Com o objectivo de dinamizar e fomentar a prática de diversas actividades culturais, assim como incentivar a adesão dos mais novos, a autarquia tem apostado na atribuição de apoios a várias associações e colectividades da freguesia.
Rota cultural
A autarquia visa também apostar na formação das pessoas. No conjunto dos equipamentos pretende-se criar uma rota cultural com variedade de oferta.



